Todo aparelho com dado da empresa sob controle. Inclusive o celular pessoal.
Com o Microsoft Intune, notebooks e celulares da empresa chegam configurados e seguros, celulares pessoais ganham uma área corporativa separada e, quando alguém sai ou perde o aparelho, os dados da empresa são removidos à distância, sem tocar no que é pessoal.
- Aparelhos da empresa e pessoais
- Android, iPhone, Windows e Mac
- Apagamento seletivo testado
- Piloto antes do rollout
Cada problema com aparelhos tem um recurso do Intune.
Os mesmos cenários aparecem em quase toda empresa. Cada um tem um tratamento técnico claro.
Aparelho da empresa ou pessoal: cada um com o tratamento certo.
A empresa gerencia o que é dela. No celular pessoal, protege só os próprios dados, e a pessoa mantém a privacidade.
- Senha, criptografia e versão mínima do sistema
- Catálogo só com aplicativos homologados
- Bloqueio de Wi-Fi não autorizado, câmera ou USB, conforme o perfil
- Configuração automática no primeiro uso
- Apagamento total ou seletivo à distância
Android Enterprise totalmente gerenciado, Apple Business Manager e Windows Autopilot.
- PIN para abrir os aplicativos da empresa
- Copiar e colar só entre apps corporativos
- Arquivos salvos apenas no OneDrive e no SharePoint
- Captura de tela bloqueada nos apps da empresa
- Remoção só dos dados corporativos
- Fotos e vídeos
- Mensagens e ligações pessoais
- Histórico de navegação
- Localização
- Aplicativos pessoais
O ciclo de vida de cada aparelho.
Inscrição
Aparelho registrado antes de chegar à pessoa.
- Configuração
Perfis, Wi-Fi, e-mail e aplicativos automáticos.
- Conformidade
Senha, criptografia e sistema atualizado.
Acesso
Só aparelho em conformidade entra.
- Dia a dia
Atualizações e relatórios contínuos.
- Saída
Dados da empresa removidos no desligamento.
Do notebook novo ao celular perdido.
Windows Autopilot
Notebook novo entregue lacrado: no primeiro login, ele entra no domínio, recebe as políticas e instala os aplicativos sozinho.
Políticas de conformidade
Regras mínimas para acessar dados da empresa: senha, criptografia, sistema atualizado e aparelho sem desbloqueio de fábrica.
Configuração e restrições
Wi-Fi corporativo, e-mail, VPN e restrições por perfil, como bloqueio de câmera, USB ou redes não homologadas.
Proteção dos aplicativos
Nos celulares pessoais, PIN, bloqueio de copiar e colar e de captura de tela só nos aplicativos da empresa.
Catálogo de aplicativos
Managed Google Play, App Store corporativa e Portal da Empresa com os apps de cada grupo.
Segurança do endpoint
BitLocker, firewall, antivírus e regras de redução de ataque gerenciados em conjunto com o Defender.
Nada vai para produção sem passar por seis portões.
Cada portão é uma condição técnica verificada e registrada. Enquanto um deles não fecha, inscrição em massa e políticas de bloqueio esperam.
- LicenciamentoPlanos e serviços confirmados para cada usuário do projeto
- IdentidadeSincronização, nomes de login e grupos validados
- RedeIPs dos escritórios, VPN e proxy mapeados
- DispositivosInventário com modelo, série e versão do sistema
- AplicativosApps críticos e suas exceções definidos
- AdministraçãoContas de emergência e papéis mínimos testados
- Produção liberadaRollout por grupos
A regra de toda mudança.
Exportar, testar em grupo piloto, validar, registrar evidência, testar a volta e só então expandir. Assim nenhuma política nova vira uma parada.
Políticas de acesso começam em modo relatório e usam a simulação What If antes de valer para alguém.
- 01
Exportar o estado atual
Antes de qualquer mudança, políticas, grupos e configurações são exportados e guardados como evidência. Sempre existe um ponto de volta.
- 02
Criar em grupo de teste
Toda política nasce atribuída a um grupo piloto, nunca à empresa inteira.
- 03
Validar em modo relatório
Políticas de acesso começam em modo somente relatório: vemos quem seria afetado sem bloquear ninguém.
- 04
Registrar evidências
Cada etapa termina com o resultado documentado: o que mudou, quem validou e como ficou.
- 05
Testar a reversão
O caminho de volta é testado antes de ativar, para que um ajuste nunca vire uma parada.
- 06
Só então expandir
Com o piloto aprovado, a política é ativada por grupos, uma de cada vez.
Cinco fases, do levantamento ao repasse.
Prazo típico de seis semanas, seguido de acompanhamento. Cada fase termina com uma entrega aprovada.
Levantamento
- Inventário de aparelhos: da empresa ou pessoais, Android, iPhone ou Windows, versões
- Mapeamento de licenças e serviços de cada usuário
- Perfis de uso: gestores, comercial, operação, aparelhos compartilhados
- Dependências de autenticação legada e aplicativos críticos
Configuração
- Intune, Android Enterprise e Apple Business Manager conectados
- Grupos de usuários e de dispositivos com responsabilidades separadas
- Políticas de conformidade, configuração e proteção dos aplicativos
- Acesso condicional desenhado e em modo relatório
Piloto restrito
- Inscrição de um pequeno grupo de aparelhos corporativos e pessoais
- Validação de conformidade, aplicativos e políticas
- Teste do apagamento seletivo em aparelho corporativo e pessoal
- Decisão formal de seguir ou ajustar antes do rollout
Rollout
- Inscrição dos aparelhos antes da entrega aos usuários
- Publicação do catálogo de aplicativos por grupo
- Ativação das políticas de acesso em produção
- Comunicação prévia e orientação para quem usa celular pessoal
Acompanhamento
- Acompanhamento das conformidades e ajuste de políticas
- Capacitação da TI na operação do Intune
- Roteiros de entrada, saída, perda e roubo documentados
- Reunião de encerramento com o plano de expansão
Como sabemos que terminou: critérios de aceite
O Intune pode já estar no seu plano.
Ele vem no Microsoft 365 Business Premium, no E3, no E5 e nos planos F1 e F3 para a linha de frente.
Sem preços aqui: a Brizmo é revenda oficial Microsoft e indica o plano certo para cada perfil de usuário.
Revisar minhas licençasPerguntas frequentes sobre o Microsoft Intune
A empresa vai conseguir ver minhas fotos e mensagens?
Não. No celular pessoal, o Intune protege só os aplicativos da empresa, como Outlook, Teams e OneDrive. Fotos, vídeos, mensagens, histórico de navegação, localização e aplicativos pessoais ficam fora do alcance da TI.
Se a pessoa sair da empresa, apenas os dados corporativos são removidos. O resto do celular continua intacto.
Qual a diferença entre MDM e MAM?
- MDM (gerenciamento de dispositivos): a empresa gerencia o aparelho inteiro. Indicado para notebooks e celulares da empresa.
- MAM (gerenciamento de aplicativos): a empresa protege só os aplicativos corporativos, sem inscrever o aparelho. Indicado para celulares pessoais.
Na maioria das empresas, os dois convivem: MDM nos aparelhos corporativos e MAM nos pessoais.
Funciona com iPhone, Android, Windows e Mac?
Sim. Para Android usamos o Android Enterprise, para iPhone e iPad o Apple Business Manager, para Windows o Autopilot e para Mac o registro automático da Apple. Cada plataforma tem o seu modo de inscrição, e o painel do Intune reúne todas.
O que acontece quando um colaborador é desligado?
No aparelho da empresa, a TI pode apagar só o perfil corporativo ou restaurar o aparelho para a próxima pessoa. No celular pessoal, os dados da empresa saem dos aplicativos corporativos e o resto fica.
Para aplicativos de terceiros usados no trabalho, como o WhatsApp corporativo, combinamos antes como preservar o histórico, para que nada importante se perca na troca de aparelho.
Preciso formatar os aparelhos que já estão em uso?
Depende do modo. Celulares da empresa no modo totalmente gerenciado são inscritos a partir da configuração inicial, por isso planejamos a inscrição para aparelhos novos ou em uma janela combinada. Celulares pessoais com proteção de aplicativos não precisam de nada disso. Notebooks Windows em uso podem ser registrados sem reinstalação.
Os usuários vão reclamar?
A resistência costuma vir do medo de a empresa vigiar o celular pessoal. Por isso o projeto inclui comunicação antes do rollout, explicando o que a TI vê e o que não vê, e uma orientação no dia da inscrição. Com a proteção de aplicativos, o celular pessoal continua sendo pessoal.
E se um aparelho for antigo demais?
O levantamento identifica a versão de cada aparelho. Os que estão abaixo do mínimo suportado pelo Intune viram exceção documentada, com uma recomendação: atualizar, substituir ou limitar o acesso a dados sensíveis.
Quanto tempo leva a implantação do Intune?
Um projeto típico leva cerca de seis semanas, do levantamento ao rollout, seguido de um período de acompanhamento para ajustar as políticas. Ambientes com muitos perfis de uso ou aparelhos compartilhados podem pedir mais tempo, o que fica claro já no levantamento.
Quanto custa implantar o Microsoft Intune?
Depende do número de usuários e de aparelhos e das plataformas envolvidas. As licenças seguem o preço oficial da Microsoft e, em muitos casos, o Intune já está no plano que a empresa paga. Fale com um especialista da Brizmo e enviamos uma proposta com escopo, prazo e investimento.
Os outros serviços de segurança da Brizmo.
Cada um funciona sozinho, mas a proteção fica completa quando identidade, dispositivos, ameaças e dados trabalham juntos.
Vamos colocar seus aparelhos sob controle?
Conte quantos notebooks e celulares a empresa tem, corporativos e pessoais. Um especialista retorna com o plano e a proposta em até um dia útil.