Do servidor de arquivos para o SharePoint, organizado por área.
Aposente o file server do escritório. As pastas vão para o SharePoint e o OneDrive com estrutura por departamento, permissões revisadas e acesso seguro de qualquer lugar, sem VPN.
- Datas e autores preservados
- Permissões por área
- Acesso sem VPN
- Continua no Explorador
Sinais de que o servidor já cumpriu o seu papel.
Se a sua empresa se reconhece em dois ou mais destes pontos, vale planejar a saída do servidor local.
Hardware no limite
Garantia vencida ou disco cheio
Cada troca de peça é uma parada, e o próximo defeito pode levar os arquivos junto.
Ninguém sabe quem acessa o quê
Permissões acumuladas por anos
Ex-funcionários com acesso, pastas abertas para todos e grupos que ninguém lembra para que servem.
VPN para abrir um arquivo
Trabalho remoto travado
Quem está em casa, em campo ou no cliente depende de uma conexão lenta para trabalhar.
Backup que ninguém testou
HD externo ou fita
A cópia existe, mas ninguém sabe se a restauração funciona. O ransomware sabe.
Cada pasta ganha o lugar certo no Microsoft 365.
Não é copiar o servidor inteiro para a nuvem. É decidir, com cada área, onde cada tipo de arquivo deve morar.
Os mesmos arquivos, com muito mais recursos.
Acesso sem VPN
Do escritório, de casa ou do cliente, pelo computador, navegador ou celular. Sem depender do servidor ligado nem da VPN.
Coautoria em tempo real
Várias pessoas editam o mesmo Word ou Excel ao mesmo tempo. Acaba o arquivo bloqueado e o “final_v3_revisado”.
Versões e lixeira
Até 500 versões de cada arquivo e lixeira de 93 dias. Apagou ou estragou? Volta em poucos cliques.
Fim do hardware
Sem servidor para manter, sem disco para trocar, sem garantia vencida e sem backup em HD externo.
Busca que encontra
A busca do Microsoft 365 procura dentro dos documentos, por autor, data e tipo, e só mostra o que a pessoa pode abrir.
Pronto para o Copilot
O Copilot responde com base nos arquivos que cada pessoa pode acessar. Permissões certas na migração evitam surpresas depois.
Permissões revisadas e arquivos protegidos desde o primeiro dia.
Na migração, as permissões são reorganizadas por área e as proteções do Microsoft 365 são configuradas. A sua empresa sai com mais controle do que tinha no servidor.
Acesso por grupo, não por pessoa
As permissões ficam no site ou na biblioteca, por grupo de área. Quem entra ou sai da empresa muda num só lugar.
Compartilhamento externo sob controle
A empresa decide se pode compartilhar com clientes, com quem e por quanto tempo o link vale.
Proteção contra ransomware
O OneDrive detecta ataques e permite restaurar todos os arquivos para o estado de até 30 dias atrás.
Auditoria de acesso
Registro de quem abriu, alterou, baixou ou compartilhou cada arquivo, disponível para a TI.
Rótulos de sensibilidade
Documentos confidenciais marcados e protegidos, mesmo quando saem da empresa, nos planos com Purview.
Dispositivos não gerenciados
Computadores pessoais podem ter acesso só pelo navegador, sem baixar arquivos, conforme a política da empresa.
A estrutura que recomendamos, e por quê.
Seguimos as recomendações da Microsoft para arquitetura de informação no SharePoint, adaptadas ao tamanho da sua empresa.
Estrutura rasa
Sites por área ligados a um site central, em vez de uma única pasta gigante com dez níveis de subpastas.
Permissão no site
Acesso definido no site ou na biblioteca. Permissão quebrada pasta por pasta vira problema para administrar.
Nomes válidos
Caminhos até 400 caracteres e sem caracteres que o SharePoint não aceita. Tudo conferido antes da carga.
Sincronizar só o necessário
Cada pessoa sincroniza as bibliotecas que usa. O resto fica na nuvem, acessível quando precisar.
Cinco fases, do levantamento ao servidor desligado.
A equipe continua usando o servidor normalmente até a carga final. Você aprova a estrutura antes de qualquer arquivo sair do lugar.
Levantamento
- Volume total, quantidade de arquivos e tamanho das maiores pastas
- Permissões atuais por pasta e por grupo
- Caminhos longos, caracteres inválidos e arquivos duplicados
- Arquivos antigos que podem ir para o arquivo morto
- Sistemas e planilhas que dependem de caminho de rede
Desenho
- Para onde vai cada pasta: site, biblioteca, Teams ou OneDrive
- Grupos de acesso por área, validados com cada gestor
- Nomes e caminhos ajustados ao limite do SharePoint
- Estrutura congelada antes do piloto
Preparação
- Higienização das pastas obsoletas, com o nosso relatório como guia
- Sites, bibliotecas e grupos criados conforme a planilha
- Volume final confirmado depois da limpeza
- Sincronização do OneDrive testada nos computadores
Migração
- Piloto com uma área antes das demais
- Carga inicial com as ferramentas oficiais da Microsoft, preservando datas e autores
- Cargas incrementais com o que mudou no servidor
- Servidor em somente leitura na carga final, para nenhum arquivo ficar nos dois lugares
Encerramento
- Atalhos e sincronização configurados
- Treinamento de coautoria, compartilhamento e versões
- Documentação de sites, grupos e permissões
- Suporte nos 30 dias seguintes e desligamento planejado do servidor
Quanto tempo leva
Referência para um servidor de cerca de 1 TB. O prazo varia com o ambiente e a estrutura atual; já concluímos projetos em 30 dias.
O que aprendemos migrando servidores de arquivos.
Migração de arquivos raramente falha na cópia. Falha na organização. Estes pontos entram em todo projeto.
- 01
Limpar antes de migrar
Migrar lixo custa tempo e espaço. A higienização das pastas obsoletas é feita antes da carga, com a lista do levantamento.
- 02
Volume confirmado depois da limpeza
O cronograma e o escopo usam o volume real, medido depois da higienização, e não uma estimativa.
- 03
Estrutura congelada antes do piloto
Mudanças de pastas e permissões no meio do projeto geram retrabalho. Combinamos o congelamento com cada área.
- 04
Planilha validada no recebimento
Nomes e caminhos inválidos são barrados antes da carga, e não durante.
- 05
Sistemas que gravam em pasta de rede
ERPs, scanners e planilhas com vínculos são mapeados no levantamento, para nada parar quando o servidor sair.
- 06
Servidor em somente leitura na virada
Na carga final, o servidor fica só para consulta. Ninguém salva arquivo no lugar errado.
Tudo combinado antes de começar, sem letra miúda.
O escopo é validado pelos dois lados no kick-off. O que não está no projeto fica registrado e pode ser somado depois, com proposta própria.
Incluído na migração de arquivos
- Levantamento do servidor e das permissões
- Planilha de estrutura com cada área
- Sites, bibliotecas e grupos criados
- Migração com datas e metadados preservados
- Cargas incrementais e carga final
- Validação da integridade dos dados
- Sincronização com o Explorador de Arquivos
- Treinamento, documentação e 30 dias de suporte
Pode entrar como etapa adicional
Site central com notícias, políticas e links da empresa.
Aprovações e fluxos de documentos com o Power Automate.
Rótulos de sensibilidade e prevenção contra vazamento com o Purview.
Cópia independente dos arquivos, com retenção definida.
500 GB do servidor no SharePoint, e o servidor aposentado.
Na CM Couto, o servidor de arquivos foi migrado no recesso da empresa, depois dos e-mails. Técnicos em campo e equipes off-shore passaram a acessar os documentos de qualquer lugar, com controle de acesso e auditoria.
Ler o case completoPerguntas frequentes sobre migração de file server
A equipe vai continuar vendo os arquivos no Explorador de Arquivos do Windows?
Sim. Com a sincronização do OneDrive, as bibliotecas do SharePoint aparecem no Explorador de Arquivos como pastas comuns, ao lado das pastas do computador.
Os arquivos podem ficar só na nuvem e baixar quando alguém abre, o que economiza espaço no disco.
Quanto tempo leva migrar um file server para o SharePoint?
Varia conforme o ambiente e a estrutura atual de cada empresa. Como referência:
- Até 200 GB bem organizados costumam migrar em 3 a 4 semanas
- Servidores com cerca de 1 TB levam de 6 a 8 semanas, mais 30 dias de suporte
Já concluímos projetos em 30 dias. O que mais pesa é a organização das pastas, a definição da estrutura com as áreas e a higienização dos arquivos antigos. Por isso o prazo é fechado depois do levantamento.
As datas e o histórico dos arquivos são preservados?
Sim. A migração usa as ferramentas oficiais da Microsoft e preserva data de criação, data de modificação e autor. Depois da migração, o SharePoint passa a guardar o histórico de versões de cada arquivo.
Como ficam as permissões que temos hoje no servidor?
Elas são levantadas e revisadas. Em servidores antigos, é comum encontrar pastas com permissões dadas pessoa por pessoa e acessos de quem já saiu da empresa.
Na migração, o acesso passa a ser por grupo de área, definido na planilha de estrutura e validado com cada gestor. É o momento de corrigir o que ninguém lembrava.
Precisamos limpar os arquivos antes da migração?
É recomendado. O levantamento mostra arquivos duplicados, pastas sem uso há anos e arquivos muito grandes. Com essa lista, a sua equipe decide o que apagar, o que arquivar e o que migrar.
Migrar só o necessário reduz o prazo, o espaço ocupado e a bagunça no novo ambiente.
O SharePoint tem espaço suficiente para todos os arquivos?
Na maioria dos casos, sim. Cada empresa recebe 1 TB de armazenamento no SharePoint, mais 10 GB por licença contratada, além de 1 TB de OneDrive por usuário.
Se o volume passar disso, é possível contratar armazenamento adicional ou mover o histórico antigo para uma biblioteca de arquivo morto. Calculamos isso no levantamento.
E os sistemas e planilhas que usam caminhos de rede?
São mapeados no levantamento. Planilhas com vínculos entre arquivos, ERPs que salvam relatórios em pasta e scanners que gravam digitalizações precisam de um novo destino.
Para cada caso definimos a saída: atualizar o vínculo, apontar para uma biblioteca sincronizada ou manter um armazenamento local específico.
O servidor é desligado logo depois da migração?
Não. Na carga final, o servidor fica em somente leitura e continua disponível para consulta durante o período de suporte. O desligamento é feito depois que a sua equipe confirma que está tudo no SharePoint.
Os arquivos ficam seguros na nuvem?
Sim, e normalmente mais seguros do que no servidor local. O SharePoint tem criptografia, histórico de versões, lixeira, auditoria de acesso e detecção de ransomware no OneDrive.
A segurança depende da configuração. Por isso as permissões por grupo e as regras de compartilhamento externo fazem parte da entrega.
Quanto custa migrar o file server para o SharePoint?
O investimento depende do volume, da quantidade de áreas e do nível de reorganização das permissões. As licenças seguem o preço oficial da Microsoft.
Fale com um especialista da Brizmo: com o volume aproximado e o número de usuários, enviamos uma proposta com escopo, prazo e investimento.
Vamos planejar a saída do seu servidor?
Conte o volume aproximado e quantas áreas usam o servidor. Um especialista retorna com o plano, o prazo e a proposta em até um dia útil.